O disco de vinil (conhecido também como Long Play e LP) foi desenvolvido na década de 40 pelo húngaro Peter Carl Goldman. Trata-se de um material plástico (normalmente feito de PVC), usado na cor preta e registra informações de áudio reproduzidas através de toca-discos. Sua chegada ao Brasil foi em 1951 e dominou o mercado até 1996. Não se engane de achar que eles ficaram esquecidos, os discos de vinil tem ganhado espaço em pleno século XXI. Atualmente, empresas voltaram a fabricar e comercializar os agora “vintage” discos, reativando a produção de toca-discos (ou vitrolas).

Vamos saber mais ?
1951: A Sinter foi a primeira gravadora a prensar e distribuir comercialmente um disco de vinil no Brasil. A obra é Carnaval em LP que traz marchinhas e sambas.
1958: Foi lançado o single That’ll Be the Day/ In Spite of All the Danger da banda The Quarrymen, cujo baixista apresentou Lennon a McCartney. O disco com a gravação dos dois garotos é o mais caro do mundo, e hoje vale US$ 200 mil.
1970: Roberto Carlos despontou como o maior vendedor de discos da indústria fonográfica brasileira. Durante a década de 70, seus LPs chegavam à casa dos 2 milhões de unidades.
1982: Lançado Thriller, de Michael Jackson, o LP mais vendido do mundo, com 40 milhões de cópias.

Podem vir muitas novidades no mercado da música quando o assunto é tecnologia, mas apenas quem tem uma vitrola sabe que nada jamais ira se comparar com o atrito responsável pelo chiado característico da combinação vitrola + disco + agulha.

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